Hiperatividade
Observando minha querida irmã de apenas 9 anos de idade, percebi o quanto ela é inquieta. Não pára um segundo, extremamente falante e impulsiva. E observando também as amigas dela, com a mesma idade, percebi que há uma grande diferença de comportamento entre elas, suas amigas não são tão agitadas quanto ela, e achei que havia algo de anormal com ela.
Antes de pesquisar sobre o assunto, eu já tinha ouvido falar sobre a Hiperatividade, mas não sabia do que se tratava e fui pesquisar. Mesmo sabendo que não devemos tirar conclusões através de uma pesquisa, sem uma opnião médica, conclui que ela pode ter um transtorno neurobiológico chamado Hiperatividade. Mas o que seria isso?
É uma doença, ou melhor dizendo um transtorno neurobiológico, inicialmente vinculado a uma lesão cerebral mínima. Nos anos 60, devido à dificuldade de comprovação da lesão, sua definição adquiriu uma perspectiva mais funcional, caracterizando-se como uma síndrome de conduta, tendo como sintoma primordial a atividade motora excessiva. A doença nasce com o indivíduo e já aparece na pequena infância, quase sempre acompanhando o indivíduo por toda a sua vida. O transtorno se caracteriza por sinais claros e repetitivos de desatenção, inquietude e impulsividade, mesmo quando o paciente tenta não mostrá-lo.
Os sintomas relacionados a hiperatividade/impulsividade
- ficar remexendo as mãos e/ou os pés quando sentado;
- não permanecer sentado por muito tempo;
- pular, correr excessivamente em situações inadequadas;
- sensação interna de inquietude;
- ser barulhento em atividades lúdicas;
- ser muito agitado;
- falar em demasia;
- responder às perguntas antes de concluídas;
- ter dificuldade de esperar sua vez;
- intrometer-se em conversas ou jogos dos outros.
Pois é, e lendo estes sintomas, tive certeza absoluta de que ela tem esse distúrbio. Ela se encaixa em TODOS os sintomas citados.
É interessante também saber as causas. Que podem surgir durante problemas durante a gravidez ou no parto, exposição a determinadas substâncias (chumbo) ou problemas familiares como: um funcionamento familiar caótico, alto grau de discórdia conjugal, baixa instrução, famílias com baixo nível socio-econômico, ou famílias com apenas um dos pais. Famílias caracterizadas por alto grau de agressividade nas interações, podem contribuir para o aparecimento de comportamento agressivo ou de oposição desafiante nas crianças.
Eu acreditava que era algo inofensivo, que não precisava de muita atenção, mas acho que me enganei.
Fonte: Wikipédia
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Que interessante, nunca em nenhum blog tinha lido algo sobre Hiperatividade.
Parando pra pensar não é bem um problema.
Eu “sofro” disso desde criança, mas aprendi a usa-lá a meu favor. As vezes é vantajoso ter esse disturbio, e as vezes é um problema critico.
Dicas: Nunca de café a sua irmã, doces em excesso, muito refrigerante, e jamais demonstre que a Hiperatividade possa ser um problema em sua vida.
Bjos Lha
Eu sofro de hipoatividade!
Adorei o post Lhaiza! Vou indicá-lo para algumas pessoas que conheço. Muito útil essa informação. Abs!